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  • 14/03/2017 - Inovação

    Wayra apoia Casa das Empreendedoras e oferece treinamento às startups vencedoras

    A Wayra Brasil, iniciativa que faz parte do Telefónica Open Future_, programa global de inovação aberta e empreendedorismo do Grupo Telefónica, apoiará a 1ª edição da Casa das Empreendedoras, atividade que fará parte do Prêmio Mulheres Tech em Sampa, que vem sendo realizado pelo terceiro ano consecutivo pela Rede Mulher Empreendedora junto com a Tech Sampa.

    A Casa acontece de hoje até sexta-feira, 17 de março, e a Wayra realizará uma sessão de aprendizado para as seis startups vencedoras do Prêmio e que participarão do evento. O “Conteúdo by Wayra” ocorrerá na sexta pela manhã e envolverá aprendizado a respeito de crescimento do negócio, vendas, investimento e marketing digital.

    O apoio a iniciativas como essa faz parte do movimento que o programa Telefónica Open Future está fazendo para incentivar o empreendedorismo feminino e atrair mais mulheres para startups e para a área da tecnologia. No ano passado, o programa realizou o WomensAge, evento que contou com palestras e uma feira de recrutamento, que teve 96 vagas abertas em startups e mais de 500 mulheres inscritas.  Neste ano, novas ações serão desenvolvidas, começando pelo apoio à Casa das Empreendedoras, e seguindo com encontros de mulheres líderes, startups fundadas por mulheres, um fórum de mulheres, em maio, entre outros eventos ao longo do ano até o próximo WomensAge, previsto para novembro. 
     
    As mulheres continuam sendo minoria no ecossistema empreendedor e na tecnologia. Uma pesquisa realizada pelo Linkedin em 10 países mostrou que a presença de mulheres em empresas de tecnologia é de 30,4%, caindo para 20% quando chegam à liderança. No Brasil, especificamente, apenas 20% das vagas de tecnologia da informação são ocupadas por mulheres, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad).  Quando se olha o empreendedorismo feminino, a Rede Mulher Empreendedora mostra que a maioria das mulheres que empreende é casada e tem entre 30 a 39 anos, ou seja, começam mais tarde e isso sem entrar no empreendedorismo tecnológico, onde a presença é ainda menor.

    “Buscamos incentivar mulheres na tecnologia, pois a diversidade e complementariedade profissional são extremamente saudáveis para empresas. Muitas mulheres ainda não enxergam o empreendedorismo ou as startups como opção de vida, pois sequer tiveram contato com essa realidade. Queremos mudar isso trazendo-as para perto dos programas de inovação que temos, apoiando iniciativas de parceiros e incentivando que mais mulheres criem suas próprias startups tecnológicas”, reforça Renato Valente, country manager da Telefónica Open Future no Brasil.
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