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  • 25/07/2018

    Confira os resultados da Telefônica Brasil no 2° trimestre de 2018

    A Telefônica Brasil divulga nesta quarta-feira (25) o balanço financeiro e operacional do segundo trimestre de 2018. No período, a empresa registrou um crescimento no EBITDA recorrente – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – de 5,8% no comparativo anual, totalizando R$ 3,7 bilhões.  
     
    Com o resultado, a margem EBITDA foi a 34,5%, com ganhos de 1,5 ponto percentual frente ao mesmo período de 2017. Considerando os efeitos não recorrentes do período, o EBITDA apresentou crescimento de 46,9%, quando comparado com o segundo trimestre de 2017, totalizando R$5,2 bilhões, com margem de 47,9%.
     
    “Os esforços de simplificação e digitalização, a forte disciplina financeira e o foco comercial em negócios de alto valor, como o móvel pós-pago e ultra banda larga fixa, são os principais motores do crescimento da Companhia e estão refletidos na sólida evolução da rentabilidade e na continua expansão do fluxo de caixa” explica o Chief Financial Officer da Telefônica Brasil, David Melcon.
     
    Já o lucro líquido, de R$ 3,2 bilhões, apresentou crescimento de 263% quando comparado ao mesmo período do ano passado, impulsionado, especialmente, pelo aumento do EBITDA e por efeitos não recorrentes do trimestre. Com o resultado, a companhia acumula lucro líquido de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre. 
     
    O fluxo de caixa livre da atividade do negócio também avançou e atingiu R$ 2 bilhões, fechando o semestre em R$ 3 bilhões – alta de 13,9% quando comparado com os seis primeiros meses do ano passado.  A receita operacional líquida cresceu 1,1% no segundo trimestre em relação a igual período do ano anterior e os custos operacionais recorrentes, mantendo a trajetória de queda, apresentaram redução de 1,2%, pelo 10° trimestre consecutivo.
     
    O investimento de R$ 2,1 bilhões no segundo trimestre representou 19,8% da receita operacional líquida, e foi destinado, principalmente, à ampliação da cobertura da rede móvel de quarta geração (4G e 4G+ - nome comercial da tecnologia 4.5G) e expansão da rede FTTH -  tecnologia que leva a fibra até a casa do cliente. 
     
    No comparativo com igual período do ano anterior, os investimentos apresentaram crescimento de 17,6%. “Neste trimestre nós aceleramos os investimentos com foco na expansão das redes móvel e fixa. Encerramos o semestre com 714 cidades com a tecnologia 4G+, e expandimos a fibra para mais dez novas cidades. Até o final do ano serão mais de 20 novos municípios em todo o país”, destaca o Chief Operating Officer – COO  (vice-presidente Executivo) da Telefônica Brasil, Christian Gebara.  
     
    Negócio móvel segue crescendo
     
    A receita líquida móvel cresceu 4,2% no segundo trimestre de 2018 no comparativo anual, atingindo R$ 6,8 bilhões. No semestre, a receita já atinge R$ 13,5 bilhões. O resultado foi impulsionado pela receita de dados e serviços digitais, que hoje é um dos pilares estratégicos da companhia como alavanca de crescimento de receita, e que apresentou expansão de 11,5% sobre igual período de 2017. 
     
    No trimestre, a representatividade da receita de dados e serviços digitais sobre a receita líquida de serviço móvel aumentou para 78,5%, uma evolução de 6,8 pontos percentuais sobre igual período do ano anterior. Também foi positivo o desempenho da receita líquida de aparelhos, que avançou expressivos 60,5% quando comparada ao mesmo período do ano passado.  
     
    Os acessos móveis apresentaram um aumento de 1,2%, frente ao segundo trimestre de 2017, fechando o período em 75.262 milhões. Destaque para o pós-pago que vem apresentando crescimento consistente, de 10,8% - representando 51% da base de acessos móveis, um aumento de 4.4 pontos percentuais no comparativo anual.

    Segmento segue líder no Brasil, com 41,3% de market share em maio, e responsável por 36,9% das adições líquidas do mercado em abril e maio, de acordo com dados da Anatel. A Telefônica Brasil também lidera o ranking em terminais com a tecnologia 4G, com participação de 33%, sustentando a estratégia da empresa centrada em dados e serviços digitais.
     
    No mercado de Machine-to-Machine (M2M) a base de acessos segue em forte expansão e atingiu 7,1 milhões de clientes em junho de 2018, um crescimento de 27,1% quando comparado ao mesmo período do ano passado. A Telefônica Brasil também detém a liderança no segmento M2M, com de 41,8% do mercado, em maio de 2018.
     
    Fibra eleva a receita do negócio fixo
     
    A receita líquida do segmento fixo apresentou queda de 3,7% no período, muito influenciada pela redução natural de demanda de voz e pela tarifa de interconexão fixa, ocorrida em fevereiro deste ano. No entanto, a perda na receita foi parcialmente compensada pela evolução positiva da receita de banda larga e de dados corporativos e TI.
     
    A receita de banda larga cresceu 13% no segundo trimestre, puxada pela evolução da UBB, que representou 66% da receita de banda larga, além da expansão da Vivo Fibra para 16 novas cidades em 2017 e 10 novas cidades até o final do mês de julho de 2018. As receitas com FTTH cresceram 48% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. “Esse resultado é reflexo dos esforços da empresa direcionados ao aumento da base e à migração de clientes para velocidades mais altas, seja por meio da migração de clientes ou em razão da expansão da rede de fibra”, explica Eduardo Navarro, presidente-executivo da Telefônica Brasil.
     
    A alta de 4,8% na receita de dados corporativos e TI - impulsionada principalmente pela negociação de novos contratos com grandes empresas -  também ajudou a compensar a queda na receita líquida do segmento fixo. Nesta esteira, a receita de TV por assinatura também registrou alta de 0,6% no comparativo anual. A companhia mantém sua estratégia mais seletiva para este serviço, com foco em produtos de maior valor, como IPTV (TV por fibra), que apresentou crescimento de receita de 59% no comparativo anual.

    Os acessos fixos somaram 22,5 milhões no período, com redução de 3,1% em relação ao segundo trimestre do ano anterior. Redução justificada principalmente pelo desempenho dos acessos de voz - devido a maturidade do serviço - e da decisão estratégica de priorizar a expansão do IPTV. Na contramão dentro do segmento, os acessos em banda larga registram 7,5 milhões de clientes, com crescimento de 0,4% em relação ao mesmo período do ano passado. 
     
    Do total de clientes, mais de 64% são clientes de UBB, que apresentou crescimento de 9,8% no comparativo anual, com 162 mil novas adições em FTTH no trimestre. O ARPU acompanha a trajetória de crescimento e avança 12% no período.
     
    Os acessos de TV por Assinatura reduziram 2% na comparação anual, mas, quando comparado ao trimestre anterior, a empresa registra aumento de 1,4%, fechando o segundo trimestre com 1,6 milhão de assinantes, justificado pelos acessos do IPTV que cresceram 51% no comparativo anual. Os acessos em voz registraram uma redução de 5%, muito em função da substituição do fixo pelo móvel e pela migração do uso de voz para dados. 

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