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  • 16/04/2019

    Vivo, Raízen, Ericsson e EsalqTec apresentam novas aplicações de Internet das Coisas para o agronegócio

    A criação de um ecossistema de inovação aberta de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) para o desenvolvimento da conectividade no campo já começa a ganhar forma. As empresas Vivo, Raízen e Ericsson, com apoio da EsalqTec, apresentaram durante a última semana, em Piracicaba, interior do estado de São Paulo, as primeiras – e importantes – soluções para o agronegócio brasileiro com foco em telemetria de maquinário, pecuária e previsões climáticas. Todas com objetivo de tornar a vida do agricultor mais fácil, com uma gestão do campo muito mais eficiente, rápida e automatizada.
     
    Os projetos foram desenvolvidos por startups que compõe o programa Agro IoT Lab, iniciado em janeiro de 2019, com a divulgação das seis iniciativas selecionadas para o desenvolvimento de soluções e aplicações em IoT no agronegócio, utilizando a frequência de 450 MHz e direcionadas para operar nas redes Narrow Band IoT (NB-IoT) e Long Term Evolution for Machines (LTE-M) – lançadas oficialmente pela Vivo em 19 de março deste ano. As demonstrações das novas aplicações foram acompanhadas pelo presidente da Anatel, Leonardo Euler, e pelo conselheiro Aníbal Diniz.
     
    “As primeiras demonstrações com o uso da frequência de 450MHz geradas pelos dispositivos IoT permitiram a criação de um ecossistema de inovação aberta que vai além da conectividade, com soluções que de fato ajudam a resolver os desafios do campo. Todos os projetos apresentados são direcionados para que o agricultor melhore sua produtividade com menor custo operacional e otimização de recursos”, explica a diretora de Marketing, Produtos Digitais e Inovações B2B da Vivo, Debora Bortolasi.
     
    A Internet das Coisas há alguns anos deixou de ser uma promessa e se tornou relevante para o País. Na Vivo o segmento já é parte transversal à estratégia de negócios. “As demonstrações dessas novas iniciativas em IoT reforçam nosso compromisso em oferecer a melhor utilização da frequência de 450MHz e pioneirismo em trazer inovação para todos os segmentos da indústria, especialmente o agronegócio, um dos motores da economia do País”, completa Debora.
     

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