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  • 24/07/2019

    Telefônica Brasil registra lucro líquido recorrente de R$ 2,8 bilhões no acumulado do ano, com crescimento de 24,3%

    A Telefônica Brasil – dona da marca Vivo no país – divulga, nesta quarta-feira (24), o balanço financeiro e operacional do segundo trimestre de 2019. No período, a empresa registrou lucro líquido recorrente de R$ 1,4 bilhão, representando um crescimento de 26,4% em comparação ao igual período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro líquido alcança R$2,8 bilhões, com crescimento de 24,3%.
     
    Já o EBITDA recorrente – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – foi de R$ 3,8 bilhões, com crescimento anual de 1% e margem EBITDA de 34,9%, um aumento de 0,2 ponto percentual frente ao segundo trimestre de 2018. Nos seis primeiros meses do ano, o EBITDA recorrente registrou R$ 7,7 bilhões, com crescimento de 1,9% na comparação com igual período anterior e margem de 35,2%.
     
    A receita líquida manteve sua trajetória de alta e cresceu 0,4% contra igual período anterior, refletindo o desempenho das receitas de serviço móvel, aparelhos e banda larga. Adicionalmente, o fluxo de caixa livre da atividade de negócio apresentou crescimento de 11% no trimestre, atingindo R$ 2,2 bilhões. Nos seis primeiros meses do ano, o valor chegou a R$ 3,4 bilhões, representando um crescimento de 12,7% quando comparado com o semestre anterior.
     
    “Nossa gestão financeira aliada aos esforços contínuos de digitalização e à estratégia de negócio, com foco na oferta de serviços em fibra e aumento da base pós-paga, garantiram a evolução da nossa margem e lucro recorrente. Estamos investindo mais, obtendo maior geração de caixa e oferecendo melhor remuneração aos acionistas” explica o Chief Financial Officer da Telefônica Brasil, David Melcon.
     
    Durante o semestre, o foco dos investimentos, que ultrapassam R$ 4 bilhões – aumento de 10% quando comparado ao primeiro semestre de 2018 – foi dedicado à expansão da rede FTTH (fibra), que chegou a 12 novas cidades no período, totalizando 21 no acumulado do ano, e na ampliação da cobertura e capacidade da rede 4.5G. No trimestre, o investimento ficou em R$ 2,4 bilhões, um aumento de 10,3% em relação ao igual trimestre anterior.
     
    “Seguiremos com o nosso investimento direcionado à expansão das melhores tecnologias das redes móvel e fixa. Nos últimos dois anos começamos a acelerar a expansão da fibra até a casa do cliente, e hoje estamos em 142 municípios, garantindo uma experiência única de conexão. Reflexo disso está no aumento exponencial em novos acessos e receitas. Neste ano lançaremos aproximadamente 30 novas cidades, espalhadas por todo país, além da ampliação, por fibra, em localidades que já contam com a banda larga da Vivo. Na rede móvel seguimos como líderes isolados no segmento pós-pago, e já atingimos 1.057 cidades com a tecnologia 4.5G, que oferece uma velocidade 10 vezes superior à rede 4G”, explica o presidente-executivo da Vivo, Christian Gebara.  
     
    Receitas de maior valor impulsionam segmento móvel
    No serviço móvel a Vivo segue na liderança isolada, com participação de mercado de 32,2% –  registrada em maio de 2019 – 7,5 pontos percentuais acima do segundo colocado. A base de acessos pós-pagos cresceu 8,5% no período e representa 56,6% dos acessos móveis, um incremento de 5,5 pontos percentuais no comparativo anual, mantendo a liderança deste mercado com share de 40%, registrado em maio de 2019. Na tecnologia 4G a Vivo também segue líder, mantendo a qualidade da base de clientes e estratégia da empresa centrada em dados e serviços digitais.
     
    A receita líquida móvel registrou crescimento de 2,3% no período, influenciada, principalmente, pelo crescimento de quase 5% da receita de dados e serviços digitais – que já representa 82% de toda a receita líquida móvel –, pela migração de clientes para planos pós-pago com maior valor, e pela maior receita de aparelhos, que cresceu 31,9% no segundo trimestre, refletindo o foco que a companhia vem dando a este mercado relevante e em expansão, por meio do poder da marca Vivo e de seus canais de venda, atraindo consumidores tanto às lojas virtuais quanto físicas.
     
    “Todas as nossas iniciativas são pautadas pelo compromisso com a digitalização da sociedade. Sabemos que são as pessoas que dão sentido à tecnologia e não o contrário. Nossos clientes estão interagindo cada vez mais com a Aura, nossa inteligência artificial, com muito mais facilidade e agilidade, ou nas nossas lojas, que oferecem um ambiente tecnológico, consultivo e participativo”, explica Gebara. “Isso só é possível porque inovamos sempre, com um time que tem liberdade para estimular cada indivíduo a ser ele mesmo, e com essa atitude e o nosso DNA oferecemos a melhor experiência para todos os consumidores”, afirma.
     
    No mercado de Machine-to-Machine (M2M), a base de acessos segue em forte expansão e atingiu 9,1 milhões de clientes em junho de 2019, representando um crescimento de 28,3% quando comparado ao ano anterior. A Vivo segue como líder neste negócio, com 41,1% de market share, registrado em maio deste ano.
     
    Fibra na linha de frente
    No segmento fixo, a companhia apresentou queda de 2,8% na receita líquida no segundo trimestre, impactada pela queda nas receitas de voz, devido à maturidade do serviço, mas parcialmente compensada pela evolução positiva da receita de banda larga, que a cada trimestre ganha maior participação sobre o total.
     
    A receita de banda larga cresceu 12,3% no segundo trimestre, impulsionada pela receita de FTTH, que já representa 34,5%, de toda a receita do segmento, e cresceu 55,1% quando comparado ao igual período do ano anterior. A evolução reflete a estratégia da companhia de aumentar a base e a migração de clientes para velocidades mais altas, expandindo os acessos em fibra. Tal estratégia ainda impacta diretamente o ARPU (receita média por cliente) de banda larga, que cresceu 14,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
     
    A evolução positiva dos serviços em fibra é sentida também na receita de TV por assinatura que, embora tenha apresentado ligeira queda de 1,8% na receita, provocada pela estratégia da Companhia de não priorizar tecnologias mais maduras, como DTH, apresentou excelente performance no IPTV (TV por fibra), cuja receita expandiu 40,5% comparada ao mesmo período do ano anterior. O mesmo movimento ocorreu no volume de acessos, que cresceu 33,2% no segundo trimestre. 
     
    A Receita de Dados Corporativos e TI cresceu 3,8% no período, beneficiada pelo forte desempenho das receitas de novos serviços, como dados, cloud computing e outros serviços de TI, impulsionando o segmento B2B como um dos principais parceiros no processo de transformação digital das empresas.
     
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