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  • 29/07/2019

    Vivo reúne dicas simples de segurança digital para PME´s

    A utilização cada vez mais necessária de ferramentas que imprimam mais agilidade e produtividade às empesas, como a adoção de plataformas em nuvem, internet das coisas, virtualização de rede, big data, elevam as empresas a outros patamares de eficiência, mas, ao mesmo tempo, abrem portas que se não fechadas a tempo podem causar danos graves ou até mesmo o fechamento do negócio. Se antigamente a segurança digital era uma preocupação apenas das grandes corporações, hoje ela é uma realidade – necessária - também das pequenas e médias empresas (PME´s)
     
    Estudo da Aliança Nacional de Cyber Segurança nos EUA afirma que seis em cada 10 PME´ não conseguem manter as portas abertas depois de um incidente de segurança. Portanto, investir em cibersegurança é o primeiro passo dentro de uma estratégia que visa aumentar a eficiência dos negócios, evitando impactos críticos e prejuízos no futuro.
     
    A Vivo, que neste ano integrou a ElevenPaths – unidade global de segurança cibernética do Grupo Telefónica – à sua estratégia de expansão no mercado de segurança da informação, oferecendo aos seus clientes mais inteligência no processo de mitigação de ameaças, proteção dos dados, redes, aplicações, nuvem e identidade, listou algumas dicas simples, mas importantes, para auxiliar as pequenas e médias empresas no combate de ameaças cibernéticas, auxiliando na proteção, detecção e solução de problemas.
     
    “Não importa o tamanho da empresa, cibercriminosos vão aproveitar qualquer superfície exposta para criar um ambiente de risco. Os ataques estão se tornando mais frequentes, às vezes mortais às empresas, exigindo das organizações uma mudança de cultura sobre os investimentos em cibe segurança”, ressalta Head de Marketing e Produtos de Segurança B2B da Vivo, Joaquin Hernandez. “O pequeno e médio empresário pensa não ser um alvo porque não movimenta milhões em faturamento, no entanto, por não contar com os recursos para proteger seus ambientes, se tornam alvos fáceis”, explica Hernandez.
     
     
    Proteja sua empresa:
     
    1. Monitorar e controlar o acesso à internet e ao e-mail
    Websites maliciosos e e-mails são os principais vetores de contaminação de dispositivos e comprometimento de dados pessoais. Adotar soluções de monitoramento e controle de acesso à internet e ao e-mail é uma tática eficaz que pode evitar boa parte das ameaças digitais. Por meio dessas soluções, as pequenas e médias empresas podem definir o que pode ser acessado, quando e por quem, além disso essas soluções contam com bases de dados com as ameaças conhecidas que são atualizadas continuamente por redes de inteligência globais, impedindo acesso a links, anexos e sites que sejam classificados como perigosos.
     
    1. Utilizar um antivírus pago
    Pode parecer uma solução prosaica, mas utilizar um antivírus pago é o primeiro passo para proteger os dispositivos – ou endpoint no jargão técnico – de ameaças conhecidas ou não. As soluções gratuitas oferecem proteção muito básica contra um conjunto reduzido de ameaças já conhecidas, diferentemente das pagas que já incluem recursos avançados de varredura e e-mail, arquivos, downloads e até análise de programas em execução no endpoint.
     
    1. Adotar gestão na Nuvem
    Adotar serviços em nuvem pode ser uma boa alternativa às pequenas e médias empresas. Normalmente essas plataformas já têm recursos de segurança “built-in”, redundância e alta disponibilidade. Ter, por exemplo, e-mails e arquivos armazenados em nuvem pode evitar um desastre caso o ambiente interno da empresa seja comprometido. No entanto, é preciso saber que toda a segurança proposta por serviços em nuvem cai por terra se o usuário não levar em consideração nossa próxima dica, o uso correto de senhas.
     
    1. Política de uso de senhas e usuários
    Neste ano, o Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido descobriu que mais 23 milhões de contas ainda utilizavam “123456” como senha. Se esse dado por si só já é preocupante, metade dos usuários pesquisados usavam a mesma senha para e-mail e outros serviços. Se imaginarmos que o e-mail é por onde recuperamos a maioria das senhas, temos a ideia de como é fácil para um cibercriminoso obter dados pessoais e cometer fraudes.
     
    O usuário deve usar uma senha para cada serviço na internet, contendo ao menos 8 caracteres, com letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Além disso, é recomendável usar um segundo fator de autenticação, normalmente um app que oferece códigos randômicos que devem ser inseridos com as credenciais. Para facilitar a gestão das senhas que se acumular com os múltiplos serviços utilizados, pode-se usar um cofre de senha, recurso que mantém todos os dados armazenados de maneira segura, preenche automaticamente formulários e demanda uma única senha mestra.

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