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  • 28/01/2020

    Telefónica é líder mundial em gestão de mudanças climáticas de acordo com a “Lista A” do CDP

    A Telefónica foi reconhecida como uma empresa líder global por sua ação contra as mudanças climáticas, fazendo parte, pelo sexto ano consecutivo, da “Lista A” preparada pelo CDP - Carbon Disclosure Projet, organização sem fins lucrativos especializada em impacto ambiental.

    Com base na análise de suas ações realizadas no último ano, para reduzir  emissões de CO2, minimizar os riscos climáticos e ajudar a desenvolver a economia de baixo carbono, a empresa obteve nota A, a melhor classificação do ranking.

    Este ranking é composto por oito empresas de telecomunicações, de um total de 179 empresas em todo o mundo, selecionadas dentre as mais de 8.000 que se reportaram ao CDP. As empresas analisadas por mais de 525 investidores, com ativos acima de 96 bilhões de dólares, recebem uma classificação de A a D, dependendo da eficácia com que lidam com as mudanças climáticas.

    “Estar na lista A do CDP pelo sexto ano consecutivo é motivo de orgulho para a Telefónica. O gerenciamento dos riscos e oportunidades das mudanças climáticas faz parte de nossas atividades diárias há mais de uma década, mas não vamos nos contentar com isso. Estamos cientes da necessidade urgente de reduzir as emissões de CO2. Por esse motivo, reforçamos nossas metas de ser neutro em carbono até 2050 e contribuir para descarbonizar a economia com nossas soluções digitais”, explicou Enrique Blanco, diretor global de Tecnologia e Informação da Telefónica.

    A maior contribuição da Telefónica para o meio ambiente vem da digitalização. Ajudando as empresas a otimizar o uso de recursos escassos, como energia e água, gerenciando questões ambientais como resíduos, clima e qualidade do ar e reduzindo as emissões de CO2, ela evita a emissão de 1,2 tonelada para cada tonelada emitida e tem como objetivo reduzir dez vezes sua pegada de carbono em 2025.

    Em 2019, emitiu com sucesso seu primeiro título verde, no valor de 1 bilhão de euros, para melhorar ainda mais a sua eficiência energética graças ao processo de transformação da rede de cobre em fibra óptica.

    Também no mesmo ano, anunciou na 25ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP25) seus novos compromissos para ajudar a restringir o aumento da temperatura global a 1,5 ° C.
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